segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

3 ª VERSÃO DA ORIGEM DO NOME DA NOSSA VILA




Hoje, os alunos do 3ºano receberam a visita do Sr. Carlos Cardoso (tio do Carlos e da Paula desta turma e pai do José Miguel do 1ºano), para contar outra versão da origem do nome da nossa terra.  Esta versão foi-lhe contada pela sua professora primária (Professora Maria José Fonseca).

Aqui fica o registo realizado pelos alunos do 3ºano
O nome CALDAS estará ligado às águas quentes das Termas, o nome TAIPAS estará ligado à madeira que por aqui havia.
Contaram-nos que há muitos anos atrás, a freguesia das Taipas era muito procurada por pessoas que necessitavam de madeira para a construção de casas. Essa madeira vinha da Serra da Cabreira (nascente do rio Ave) trazida pelo rio e tocada por um barqueiro, que assegurava que nenhum tronco ficasse para trás.
Chegados à ponte antiga, os troncos eram acolhidos pelas taipas (espécie de muros entreabertos, construídos por baixo da ponte e que formavam uma barreira, que impedia a madeira de seguir viagem.
Os troncos eram depois recolhidos e levados para a serração, onde eram trabalhados e utilizados no fabrico de casas, móveis, etc.


Agradecemos ao Sr.Carlos a possibilidade de enriquecermos o nosso projeto. Gostámos muito de o ter cá. Volte sempre!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

HORA DO CHÁ

Dizem que D.Catarina levou o hábito de tomar chá para a Inglaterra. Os alunos do 1º e 2º anos trouxeram-no para a Charneca. A sala transformou-se num salão de chá, cada um trouxe uma chávena de "porcelana", (ou pelo menos fizemos de conta) e todos se deliciaram com uma chávena de chá quente. Para acompanhar o chá os alunos do 2º ano fizeram biscoitos de manteiga.
Estavam deliciosos!!!! Que o digam a professora Cacilda e a D.Albertina (avó da Sofia) que nos fizeram companhia.
Para que o momento fosse perfeito os alunos do 2ºano dramatizaram a lenda do chá e contaram algumas curiosidades sobre esta bebida.
Afinal o chá não é só para a dor de barriga, também é bom para pôr a conversa em dia...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A LEITORA DO MÊS JANEIRO




Espero que gostem do meu livro! É muito engraçado. Fala de uma menina que se torna rainha e de um anão saltitão. Se gostam de ler, contem a história à vossa turma ou aos vossos amigos.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

DANÇA DO INVERNO


Os alunos do 2ºano convidaram os seus colegas do 1ºano para festejarem o Inverno. Os alunos do primeiro ano aceitaram o convite com muito entusiasmo e adoraram a surpresa. Deixamos aqui registado um "cheirinho" da linda dança do Inverno... parecem gotas de cristal a saltitar...plim...plim...plim...







CONVITE

A Biblioteca Escolar do Agrupamento Vertical das Taipas, convida toda a comunidade educativa para uma tarde de sábado diferente e com o seguinte programa:

A nossa escola estará representada com os trabalhos dos nossos alunos sobre o chá e a lenda da nossa vila "Lenda do penedo da moura".

NÃO FALTEM!!!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

À DESCOBERTA DO CHÁ

Os alunos do primeiro ano queriam saber de onde vem o chá. Para isso, visitaram o quintal da avó da Sofia. Nesta aula ao vivo, os alunos ficaram a conhecer diferentes plantas para fazer chá.

ORIGEM DO NOME DA NOSSA VILA

Os alunos do 3ºano investigaram e descobriram duas versões:

1ª versão
Contaram-nos que antigamente, junto à ponte do rio Ave existia uma quinta “Quinta da Taipa” e que poderá ter dado origem ao nome.


2ª versão
Os romanos descobriram que, nesta terra, surgia água quente à superfície do solo e banhavam-se nela. Mais tarde, no tempo de Frei Cristovão construíram taipais para as pessoas que necessitassem de tratamento, se banharem nas águas.


  Estas são as versões que nos foram contadas. Quem tiver conhecimento de outras versões, agradecemos que nos comuniquem para enriquecer o nosso trabalho.

LENDA DO PENEDO DA MOURA

Fala a lenda da existência de um penedo duro e misterioso que guardava um grande segredo.
Diz o povo que esse penedo terá sido trazido da Citânia de Briteiros, à cabeça, por uma moura.
As gentes diziam que nesse penedo se encontravam encerrados a moura encantada e um grande tesouro. Difícil era conseguir removê-lo ou mantê-lo aberto, para aquele que quisesse apoderar-se do tesouro, sem que nada de terrível acontecesse.
Duas coisas poderiam acontecer: haveria fome e doença ou então haveria tanto ouro, que o povo iria andar à pancada pelo poder do tesouro.
            E ninguém ousou quebrar tal feitiço!
Relato oral feito pelo Sr. Domingos aos alunos do 3ºano